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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Seriam Comunismo e Capitalismo Dois Lados da Mesma Moeda?

Tradução: Caminho Alternativo


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Os vínculos entre a banca internacional e líderes comunistas ficaram mais que documentados por estudiosos e acadêmicos, tais como o professor britânico Antony Sutton. Em seu livro Wall Street and the Bolshevik Revolution de 1974, Sutton revela como poderosos financeiros nos Estados Unidos, tais como os Rockefeller e os Morgan, ajudaram os bolcheviques a chegar ao poder, apropriando-se posteriormente dos direitos de exploração do petróleo.

“Em 1927, a Standard Oil de Nova York (propriedade dos Rockefeller) construiu uma refinaria na Rússia, ajudando assim os bolcheviques a levantar sua economia (…) Pouco depois disso, a Standard Oil de Nova York, e sua subsidiária, a Vacuum Oil Company, fizeram um acordo para enviar petróleo soviético aos mercados europeus, e se informou que um empréstimo de US$ 75.000.000 foi acordado para os bolcheviques”, escreve Gary Allen em seu livro None Dare Call it Conspiracy.

Em 1954, uma investigação senatorial encabeçada por Norman Dodd (ver informe original) descobriu que fundações isentas de impostos, como a Fundação Ford, a Fundação Rockefeller e o Carnegie Endowment, tinham feito um papel instrumental na divulgação de propaganda educacional para instalar um “coletivismo oligárquico” nos Estados Unidos, tendendo a seguir o modelo soviético e centralizar o poder do Estado no governo federal.

Consultado pelo autor G. Edward Griffin sobre por quê as fundações apoiariam “causas comunistas” nos Estados Unidos, Norman Dodd respondeu: “Bom, porque para eles o comunismo representa um meio para desenvolver o que chamamos monopólio (…) levar uma indústria de grande escala a uma unidade administrável”.

Também não devemos nos esquecer o respaldo que David Rockefeller brindou ao sangrento regime comunista de Mao Tse Tung. Numa coluna escrita para o New York Times, titulada From a China Traveler em 10 de agosto de 1973, Rockefeller declara: “O experimento social na China sob a liderança do presidente Mao é um dos mais importantes e exitosos da história humana”.

O cientista político Joel Skousen, editor do World Affairs Brief, pensa que o comunismo foi meramente utilizado para facilitar os objetivos da globalização. No caso da América Latina durante a Guerra Fría, a “ameaça internacional” do comunismo serviu de pretexto para intervir nos países do continente e instalar regimes opressivos, que permitiram o saque de recursos naturais por parte da elite financeira global. No Chile, o processo foi inclusive dirigido pelo próprio Rockefeller e seus amigos Henry Kissinger e Agustín Edwards.

O objetivo final? Gary Allen escreve em seu livro The Rockefeller File de 1976: “A ‘Nova Ordem Mundial’ que os Rockefeller estão planejando será uma ditadura global. Conservadores o chamarão socialismo ou comunismo, liberais o chamarão fascismo. A etiqueta não faz muita diferença; será um Arquipélago de Gulag a escala mundial.

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Fonte: Verdad Ahora

2 comentários:

  1. Também lhe chamam(na linha hegeliana)"tese,antítese e síntese" ou seja estamos a ver hoje a síntese entre capitalismo e comunismo.

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  2. Essa síntese na prática significa socialismo para os ricos(banqueiros e etc)e neoliberalismo para aumentar o numero de pobres(a classe média paga).Tudo o resto é "gritaria" parlamentar e circo eleitoral para continuar a enganar o povinho tolo distraído com a dialética hegeliana(ao mesmo tempo do futebol cinema etc etc) e com a retórica partidária/ideológica.

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