Pesquisar este blog

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Mídia esconde protestos em Wall Street





do BLOG DO MIRO
Por Altamiro Borges

Desde 17 de setembro, milhares de pessoas estão acampadas numa praça próxima a Wall Street, o principal centro financeiro do mundo capitalista, em Nova York. Elas protestam contra o “1% de ricaços dos EUA que exploram 99% da sociedade” e que são culpados pela grave crise econômica que abala o país desde 2008, gerando desemprego, despejos e miséria.


O movimento batizado de Occupy Wall Street foi convocado pelas redes sociais e teve como referência as revoltas na Espanha e no mundo árabe. Ele exige que o governo de Barack Obama, tão covarde diante das elites, adote medidas mais duras de combate à especulação financeira, eleve os impostos da minoria abastada e invista em políticas de geração de emprego e renda.

O significado da ocupação 

Diariamente, ocorrem assembléias, debates e atividades culturais. Artistas famosos, como o diretor de cinema Michael Moore e a atriz Susan Sarandon, já estiveram no local prestando solidariedade aos manifestantes. Várias lideranças políticas, religiosas e dos movimentos sociais também se revezam no local para dar apoio ao protesto, formado principalmente por jovens. Intelectuais de renome, Noam Chomsky e Amy Goodman, produziram artigos sobre o significado deste inédito movimento.

“Wall Street e as instituições financeiras iniciaram o ciclo vicioso que levou a imensa concentração de riqueza e, com ela, também do poder político, em um pequeníssimo setor da população, uma fração de 1%. Ao mesmo tempo, o restante da população foi transformado no que às vezes é chamado de ‘precariado’ - lutando para sobreviver numa existência precária. Wall Street e as instituições financeiras também praticam com impunidade quase completa suas atividades nefastas: não só são ‘grandes demais para quebrar’; também são ‘grandes demais para ir pra cadeia’. Os corajosos e honrados protestos em curso em Wall Street devem chamar a atenção pública para essa calamidade”, escreveu Noam Chomsky.

“Não queremos distúrbios” 

Apesar do significado do protesto, o prefeito de Nova York, o “republicano” Michael Bloomberg, oitavo homem mais rico dos EUA (fortuna calculada em US$ 20 bilhões), esbanja truculência. “Não queremos esse tipo de distúrbio aqui”, disse na semana passada. No sábado (24), acatando as suas ordens, a polícia investiu com violência contra os acampados, prendendo mais de 80 jovens e ferindo várias pessoas.

Além da energia dos manifestantes e da truculência da polícia, chama atenção a atitude pusilânime da mídia. Como denuncia Amy Goodman, a maior parte da imprensa estadunidense simplesmente omite o protesto. “Se 2 mil ativistas do grupo conservador Tea Party se manifestassem em Wall Street, provavelmente haveria a mesma quantidade de jornalistas cobrindo o acontecimento”.

A seletividade da imprensa colonizada

No Brasil, a mídia colonizada segue o mesmo padrão “jornalístico”. Não fala nada sobre a ocupação de Wall Street. Até agora, os jornalões publicaram apenas pequenas notinhas; já as emissoras de televisão nem tocaram no assunto. Se fosse um protesto em Caracas contra Hugo Chávez ou em Havana contra Raul Castro, a mídia burguesa faria o maior escarcéu. Seria manchete todos os dias.

A seletividade da mídia é algo realmente impressionante: omite o que não interessa a ela e realça o que serve aos seus interesses políticos e econômicos, à sua visão de classe. E ainda tem gente que acredita na imparcialidade e na neutralidade da chamada "grande imprensa".

Exemplos do vale-tudo capitalista


JBS Friboi, rastro de sangue
Empresa recebe bilhões do BNDES, no entanto, tem currículo extenso de lesões, mutilações e superexploração de seus trabalhadores

28/09/2011

Leonardo Wexell Severo
de Campo Grande (MS)


“A JBS TEM como missão ser a melhor em tudo o que se propõe a fazer”, diz a página da “maior empresa em processamento de proteína animal do mundo”. No entanto, será o crime uma missão da JBS Friboi? Esse é o questionamento que se faz a essa empresa que recebeu R$ 10 bilhões de dinheiro público do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). São contundentes relatos de funcionários vitimados pela superexploração, o ritmo intenso de trabalho e as longas e extenuantes jornadas que multiplicam os acidentes de trabalho com lesões e mutilações.

A multiplicação das denúncias e dos protestos vem forçando a Justiça, mesmo que ainda modestamente, a sair da letargia diante do rastro de sangue e dor deixado por essa gigante da alimentação.


Sofrimento em carne e osso
 
Era o dia 12 de novembro de 2002, Saturnino Vogado tinha 24 anos. Estava no final do expediente, por volta de 15 horas e 45 minutos. Ele havia começado a trabalhar às seis da manhã. A máquina não devia estar ligada; mas estava e começou a puxar. “Levou a minha perna e o meu corpo para o meio das ferragens. Gritei para o meu amigo Jeferson, mas ele estava mais nervoso que eu, paralisado. Os supervisores não estavam acompanhando o nosso trabalho. Nós não sabíamos como fazer aquilo parar. Fraturou meu fêmur, esmagou o joelho, quase me partiu ao meio...”

Para não ter de pagar a indenização pela irresponsável exposição do funcionário e fugir das suas obrigações com a incapacitação permanente, a JBS Friboi fez de tudo, denuncia Saturnino. “Inventaram que eu tinha feito curso, presenciado palestras, que estava plenamente qualificado para operar a máquina. Disseram até que eu era mecânico, embora não passasse de auxiliar de frigorífico”. Além disso, conta, falaram para a imprensa que o acidente havia sido com um caminhão, no embarque, e até tentaram barrar a entrada dos bombeiros que vieram me socorrer. Buscavam encobrir a verdade, não queriam que vissem o que realmente aconteceu”.

Ainda muito novo, desconhecedor do sindicato e dos seus direitos, Saturnino acabou sendo ludibriado pela JBS Friboi e pelo canto da sereia da “responsabilidade social”. 
Saturnino teve a perna amputada em acidente: JBS Friboi
se nega a pagar indenização - Foto: Leonardo Savero
Baixou a guarda e acabou sendo completamente driblado e goleado na ação judicial que o condenou como culpado. Tudo o que aconteceu passou a ser de sua única responsabilidade. Foi assim que ficou sem um centavo para fazer frente à adversidade da vida de trabalhador pobre e mutilado, morador da periferia. “Não ganhei nenhuma indenização da JBS Friboi, nada, nadinha. Só de Deus: a vida, uma segunda chance de viver. Até para me aposentar tive que entrar na Justiça. Saiu recém agora, no mês de agosto”.

Além da amputação da perna direita, Saturnino sofreu um corte nas costas e um enorme ferimento, que o rasgou da virilha até o ânus, expondo suas vísceras, o que lhe obrigou a fazer uma colostomia. (Por meio de uma bolsa se faz a exteriorização do intestino grosso para a eliminação de gases ou fezes). E o tempo passou. Devido à “enrolação” do SUS (Sistema Único de Saúde) em Campo Grande (MS) e à completa falta de solidariedade da Friboi, a operação de reversão da colostomia não foi feita após os três meses do acidente, conforme inicialmente os médicos haviam apontado, mas somente cinco anos depois. Foram quase sessenta meses, longos e intermináveis.

“O SUS estava sempre cheio e a empresa vivia inventando desculpas, dizendo que não podia pagar pela cirurgia. Para fazer a reversão tive de ir de bicicleta, pedalando cerca de quinze quilômetros com a prótese e a bolsa de colostomia. Foi assim que consegui”, relata.

Pai de dois filhos, “se virando” para sobreviver com o salário mínimo que ganha do auxílio-doença, Saturnino fez adaptação numa moto para sair à busca de trabalho. Ele pinta portas e portões para tentar complementar o macérrimo orçamento.

Fazendo das tripas coração
"Não consigo vestir ou tirar a blusa, pentear o cabelo
ou erguer o braço - Foto: Leonardo Savero
Verônica Benitez trabalhava na triparia tirando o sebo com a tesoura para cozinhar e embalar. “É questão de segundos e vai caindo tripa e mais tripa, o que deixa muita gente doente pelo ritmo. Lá dizem haver 70 trabalhadores, mas se tem 40 é muito porque muitos acabam pegando atestado por não suportar o ambiente ou estão encostados na Previdência. E aí quem fica ali tem que dar conta do serviço todo e se arrebenta”, explica.

Passados dois anos, adquiriu um edema, além de “bursite subacromial” e “tendinite do supraespinhal e subescapular” que a incapacitam para o trabalho. “Agora, a JBS diz não ter nada com isso. Mas não foi lá que adquiri as lesões? Se a gente chegava com atestado de 15 dias, tiravam dez e só davam cinco, com o médico da empresa remanejando de função, fazendo as pessoas trabalharem doentes. Então, de quem é a culpa?”, questiona a operária. Recebendo do INSS “auxílio-doença”, já que “a JBS tem como norma não reconhecer o acidente de trabalho”, Verônica vem pagando consultas e remédios do próprio bolso. “Não consigo tirar ou vestir a blusa, pentear o cabelo ou erguer o braço”, desabafa.

Elton Ferreira da Silva também tem recordações traumáticas de um período com excesso de pedidos de “mocotó”, “a pata da vaca”, explica. “Cheguei de manhã, normal. Foi tudo muito rápido. Quando vi já estava com o braço travado dentro da máquina, urrando de dor e pedindo socorro”. “O problema é que tinha uma aglomeração de gente na seção para tocar a produção – milhares de pés por dia. Tudo parecia pingue-pongue, com a gente cagando a alma pela pressão. E o meu braço ficou assim, cheio de pinos”, mostra. O braço engessado ainda dói. O operário deveria ter passado pela avaliação de um médico no dia 23 de agosto. Como não havia quem o atendesse no sistema público de Campo Grande e a JBS não deu qualquer apoio para amenizar o sofrimento numa clínica particular – inviável para quem ficou por conta do INSS – a consulta foi remarcada para o dia 20 de setembro.

O ajudante de produção Ronaldo Teixeira sente o estômago embrulhar toda vez que houve o nome da antiga firma, da qual foi demitido por justa causa, estando com a mulher grávida, por meio de uma grosseira armação. Ronaldo foi posto na rua quando retornou ao trabalho no frigorífico da JBS Friboi na capital do MS, depois de ter ganho ação contra a empresa de R$ 50 mil por danos morais e indenização trabalhista após acidente na linha de produção.

Conforme o laudo do Centro de Atendimento Médico e Pericial do Mato Grosso do Sul, o acidente no frigorífico provocou “anquilose de polegar direito, com deformidade importante decorrente de esmagamento de partes moles e ossos”. “As sequelas estão definitivamente instaladas, sem tratamentos que possam revertê- las”, acrescenta o documento, que assinala a “perda da capacidade de pinça” – já que é o dedo polegar o que faz o aperto, o que segura o punho.

Sérgio Alfonso era “serra fita” – como são chamados os funcionários que seguram a serra elétrica para dividir o boi ao meio – numa das unidades da JBS Friboi na cidade.
Sérgio Alfonso perdeu o movimento dos três dedos:
"equipamentos estavam gastos e sem manutenção" - 
Foto: Leonardo Savero
 “O acidente aconteceu na véspera do meu aniversário, no dia 25 de julho de 2005. Quando coloquei a serra na carcaça do boi, a carretilha que fecha as pernas do animal escapou do dente da nória (a correia que transporta o gado pendurado), a fita de aço que garante o corte segurou no osso. Como os dentes da nória estavam gastos, toda aquela carne desengatou e me deu um tirambaço. Foi aí que perdi o movimento de três dedos”.

A tragédia estava anunciada havia tempos. Os operários da seção, assim como Sérgio, já haviam alertado para o desgaste dos equipamentos e a urgência da manutenção. Acontecida a desgraça, recebeu os quinze dias da empresa pelo acidente de trabalho e “tchau e gracias”, nenhuma ajuda nas mais de cem sessões de fisioterapia, o que o obrigou a entrar na Justiça para garantir seus direitos.

Conforme alegou a JBS, a culpa era única e exclusivamente sua: “cortaram meu salário e até o sacolão de alimentos. Um ano e meio aguardando sem que a empresa ajudasse em nada”. Como a firma economiza com o trabalhador, mas não com bons advogados, recebeu uma indenização de apenas R$ 26 mil pela incapacitação permanente. Atualmente recebe R$ 460,00 da Previdência como auxílio-doença, cerca de metade do valor do salário de um serrafita com a sua experiência, que começava às 5h30 e não tinha hora para acabar. Como acontece ainda hoje.
Adulterando o local do crime
“O fato é que quando o Ministério do Trabalho mandou um perito para averiguar a situação no local, eles já haviam mudado os equipamentos. Substituíram bem rapidinho por uns mais sofisticados. A serra elétrica, por exemplo, só funciona agora quando estamos segurando os botões com as duas mãos. Soltou um, ela já desliga automaticamente. Isso dá mais segurança, principalmente numa ação rápida, que corta um boi pela metade em menos de minuto”, explica Sérgio.

Vários operários ouvidos pela reportagem foram unânimes em denunciar que a JBS mascara as irregularidades praticadas em Campo Grande com uma equipe de ação rápida, principalmente em relação a condições de higiene, segurança e saúde. Assim que chega a fiscalização, “como o pátio é enorme e da portaria de entrada o fiscal sempre entra em contato com o departamento de Recursos Humanos (RH) e daí para a lavanderia”, trajeto que consome pelo menos uns 20 minutos, “fica fácil acomodar as coisas”. E da lavanderia são mais cinco minutos até a linha de produção. “Neste meio tempo entra em ação a ‘equipe estratégica’ para jatear o chão, fazer a limpeza rápida, diminuir a velocidade da nória, fazendo parecer que o ritmo de trabalho é outro e que tudo está nos padrões”.

Facebook vai financiar candidatos nos EUA


Isso não me cheira bem!
 
Luiz.
 
 
 

Facebook vai financiar candidatos nos EUA

Enviado por luisnassif, qua, 28/09/2011 - 13:18
Da Folha de S.Paulo
Rede social cria grupo para doar oficialmente dinheiro a campanhas de políticos que representem seus interesses 
Empresa afirma que objetivo da medida é que funcionários se façam ouvir no processo político
LUCIANA COELHO
DE WASHINGTON
Para quem teme que o Facebook passe a dominar o mundo, atenção ao próximo passo. A empresa anunciou que enveredará para a política, formando um grupo para financiar oficialmente campanhas de candidatos que defendam seus interesses.
Nos últimos dois anos, o Facebook já vinha aumentando suas doações para políticos e contratando lobistas, atividade regular nos EUA.
Segundo o Center for Responsive Politics, que monitora o financiamento a políticos e campanhas, só no primeiro semestre, a empresa gastou US$ 550 mil (R$ 990 mil) com lobby -70% a mais do que no ano de 2010.
Agora, porém, o Facebook poderá recolher doações de seus funcionários e repassá-las para candidatos por meio de um Comitê de Ação Política (PAC, na sigla em inglês). 
"O FB PAC dará a nossos funcionários uma forma de se fazerem ouvir no processo político americano, apoiando candidatos que dividem nossos valores", disse à Folha por e-mail Kumiko Hidaka, gerente de comunicação global da empresa.
A meta, diz, é "promover a inovação econômica ao mesmo tempo em que se dá às pessoas o poder de compartilhar e tornar o mundo mais aberto e interconectado".
Jargão à parte, o Facebook foca questões que envolvam propriedade intelectual e privacidade, duas áreas em que a empresa é criticada.
Na semana passada, o Facebook mudou a plataforma e ampliou o compartilhamento, atraindo queixas.
Hidaka não respondeu quais candidatos o FB PAC apoiará. Até hoje, segundo o Center for Responsive Politics, todas as doações visaram políticos democratas. 
Uma consulta aos arquivos do centro mostra que, dos 21 lobistas contratados pela empresa, oito trabalharam para governos e políticos democratas -alguns, proeminentes como o senador John Kerry- e três para republicanos.
Além de PACs (o Google também tem um), empresas de internet ampliam sua presença política ao patrocinar debates, como o do Google com pré-candidatos republicanos no dia 22, e encontros virtuais com eleitores.
O presidente Obama já conversou com eleitores via Twitter, Facebook e LinkedIn.

Qual a diferença entre PT e PSDB?


Nenhuma:
 
 
27 de setembro de 2011 às 14:30

Professores gaúchos preparam greve, detonam ‘meritocracia’ e aluno-cobaia

por Luiz Carlos Azenha
O governo Tarso Genro descumpriu promessas eleitorais, as escolas públicas do Rio Grande do Sul estão sucateadas e a situação dos professores é de “miserabilidade”, com salário de 395 reais para uma carga horária de 20 horas semanais.
Quem afirma é a presidente do CPERS, o Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul, Rejane de Oliveira. O CPERS equivale ao sindicato dos trabalhadores na educação, que representa 87 mil sócios.
Rejane diz que a concepção de ‘meritocracia’, implantada na educação gaúcha durante o governo de Yeda Crucius (PSDB-RS) e mantida até agora pelo governador Tarso Genro (PT-RS), transfere para estudantes e professores a responsabilidade pela qualidade da educação. Escolas, professores e alunos aferidos como “ruins” pelos rankings, diz Rejane, acabam justificando a falta de investimento do estado em educação pública, gratuita e de qualidade para todos.
Rejane encara da mesma forma os testes de caráter nacional implantados pelo Ministério da Educação, que tratam os alunos feito cobaias (teste, teste, teste, diz o Viomundo, não Rejane). “Nós achamos que este tipo de mecanismo busca enganar e mascarar aquilo que a sociedade está exigindo dos governos, que é uma política pública para a educação”, afirma ela.
A representante do CPERS diz que o governador Tarso Genro, desde a campanha eleitoral, vem mudando de posição em relação ao cumprimento do Piso Nacional dos Professores no Rio Grande do Sul. Infelizmente, afirma ela, os governantes acham que a legislação é feita apenas “para o povo e os trabalhadores cumprirem”.  Professores de vários estados brasileiros estão em greve pela implantação do piso, julgado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O Facebook sabe o que você faz depois do logout

Se você, usuário do Facebook, acha que após dar o logoff da página não está sendo mais identificado, enganou-se. De acordo com o especialista australiano Nik Cubrilovic, em um artigo publicado no jornal Frances Le Monde.



Se você, usuário do Facebook, acha que após dar o logoff da página não está sendo mais identificado, enganou-se. De acordo com o especialista australiano Nik Cubrilovic, em um artigo publicado no jornal Frances “Le Monde”, a rede social de Mark Zuckerberg continua registrado os dados dos usuários mesmo após a saída dos mesmos da página.
O especialista afirmou que os dados da navegação continuam sendo enviadas através de um cookie implantado na máquina do usuário. Existe um ato normal de personalização do Facebook  que, como em vários outros sites que é salvo no HD do computador, assim, um procedimento normal só que, no Facebook, diferentemente que nos outros sites, esse cookie não para de registrar informações.
"Se você se conectar ao Facebook de um computador público e, depois, clicar em "desconectar", você deixa atrás de si suas impressões digitais. Pelo que pude constatar, essas impressões digitais ficam salvas até que alguém suprima todos os cookies do Facebook no computador", escreveu Cubrilovic no artigo publicado no "Le Monde".
Após estes dados pararem na mídia, o Facebook admitiu que realmente coleta esses dados em decorrência do seu botão “curtir”, para tanto, afirma que eles são deletados em seguida. A empresa de Mark Zuckerberg afirmou ainda que, nenhum dos dados dos usuários é usado para qualquer tipo de manobra

Yahoo censura protestos nos EUA


Essa atitude é muito perigosa pra todos nós! Estamos sendo cada vez mais observados e controlados.

Abraços,
 
Luiz.

 

Yahoo censura protestos nos EUA

Foto: AP

Do sítio Actualidad RT:Usuários do correio eletrônico Yahoo não puderam enviar mensagens que mencionavam a palavra “protesto” relacionada com o ocorrido neste final de semana em Wall Street, em Nova Iorque.As mensagens convidando para as atividades do “Occupy Wall Street” foram bloqueadas pelo sistema de filtros do Yahoo. “Sua mensagem não foi enviada. Sua conta de usuário está associada com uma atividade suspeita”, avisava o sistema.Os representantes do Yahoo declararam que não sabiam que as mensagens eram bloqueadas e pediram desculpas pelos transtornos ocasionados.A mobilização “Occupy Wall Street” foi convocada através da internet. Os organizadores dos protestos contra o sistema financeiro norte-americano pedem uma "mudança radical" e afirmam que o sistema capitalista sempre foi baseado na desigualdade.* Tradução de Sandra Luiz Alves.

sábado, 24 de setembro de 2011

[vídeo] Situação de desespero dos professores mineiros em greve



Por Conceição Lemes, no blog Viomundo:

O jornalista Flávio Castro, assessor do deputado estadual Luis Humberto Carneiro (PSDB), provocou os professores acampados na Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), dizendo: “Se eu ganhasse 712 [reais], ia ser servente de pedreiro”.

De quebra, ofendeu os professores — há mais de 100 dias em greve pelo pagamento do piso da categoria estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) — e os serventes de pedreiro.

O jornalista Flávio Pena é tucano e o deputado Luis Humberto Carneiro, o líder do governo Antonio Anastasia na Assembleia Legislativa mineira.