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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Rui Martins: Quem derrubou as torres em Nova York?

9 de Setembro de 2011 - 11h07

No 11 de setembro de 2001, ainda na CBN, eu comentava ao vivo diante de minha televisão, aqui em Berna, na Suíça, o ataque às torres gêmeas com Heródoto Barbeiro, em São Paulo, e Sidney Rezende, no Rio.

Por Rui Martins, no Direto da Redação


Pouco antes, estava terminando de almoçar e ouvia a rádio francesa Europa 1. Nessa época, ouvir os noticiários pelo rádio fazia parte da minha rotina diária, para garantir entradas imediatas na CBN, no caso de acontecimentos políticos, acidentes, atentados.

Foi assim que ouvi as primeiras notícias transmitidas num flash, dando conta de que um avião, ao que parecia desviado da rota, entrara num edifício de Nova Iorque. Logo depois, o correspondente nos EUA entrou ao vivo e fui correndo ligar a televisão quando ele anunciou que um outro avião entrara na segunda Torre Gêmea.

Era algo inacreditável, aquela fumaça de querosene em dois edifícios simbolos da força americana. Heródoto, comedido como sempre, não se aventurava a falar em atentado, queria primeiro esperar a confirmação. Eu e Sidney (não sei se a CBN guardou a gravação do programa) não tínhamos dúvida. E me lembro ter afirmado que, fazia alguns dias, um líder islamita prometera atentados nos EUA. Mas não me vinha o nome completo daquele acabaria se tornando o pesadelo dos americanos.

É alguma coisa como Ossuma. E Sidney Rezendo completou – é Ossuma Ben Laden. Alguns dias depois, a direção da CBN decidiu que a pronúncia certa seria Ossuma Bin Laden.

De repente, enquanto cada um ia fazendo seus comentários, ocorreu a queda das torres como numa implosão de velhos edifícios. E, ali, pronunciei o seguinte comentário, diante do que me parecia óbvio - « mas pelo visto, além de terem entrado nas torres com os aviões, eles tinham minado antes os prédios com explosivos colocados nos andares ».

Nos dias seguintes, fiquei com a impressão de ter dado um fora, porque nenhuma autoridade americana falou na hipótese dos explosivos, e me contentei com a versão oficial.

Mas, algum tempo depois, li alguns depoimentos levantando estranhas hipóteses, pelas quais os atentados teriam de certa forma sido ajudados, dando-lhes uma dimensão ainda maior. Ignorei, mesmo porque sei da tendência dos americanos de verem em tudo um complô ou mentiras, como é a história da ida do homem à Lua e mesmo do vôo do Gagarin.

Porém, hoje, dez anos depois, tem muita gente séria levantando dúvidas, geralmente engenheiros que entendem de resistência de material ao fogo e altas temperaturas. Assim, dizem que o querosene saído dos aviões queima a uma temperatura de 850 graus centígrados, mas que o metal das torres podia suportar calor de 1.250 graus, antes de fundir.

Como onde tem fumaça, há certamente fogo, nessa história de complô para derrubar as Torres Gêmeas, o melhor, para evitar o risco de abuso por esquerdistas ou antiamericanos, seria esperar surgir alguém não político. Ora, justamente, existe um, suíço, professor de História na Universidade de Basiléia. Seu nome Daniele Ganser. Ele diz ter ficado com a pulga atrás da orelha, três anos depois, em 2004, ao ler o relatório oficial da Comissão de Inquérito sobre esses atentados.

Depois de ler o calhamaço de mais de 500 páginas, Ganser não se convenceu, achou falhas, e muitos argumentos destinados a reforçar os ataques ao Iraque, Afganistão, ao islamismo e ao Eixo do Mal apontado pelo cristão Bush. Três mil mortos de um lado, centenas de milhares do outro.

Ganser ficou também impressionado pelo fato da torre 7, do World Trade Center, a WCT7, não constar do documento, embora tivesse caído como um castelo de cartas no fim da tarde do 11 de setembro, e o mais estranho, sem ter sido tocada pelos aviões.

Esse esquecimento da WTC7 não foi só do inquérito, muitas pessoas acham terem sido só duas, as Torres Gêmeas, as que foram ao chão. Se já era estranho as gêmeas terem desmoronado, mais estranho é o fato de um prédio de 43 andares ruir, sem ter sido incendiado e sem ter sido atingido por aviões.

Hugo Bachman, professor de material numa universidade de Zurique acredita que, a maneira pela qual caíram de maneira imediata todos os andares dos prédios, só tem uma explicação – a queda dos prédios foi controlada por explosivos, como se costuma fazer, e se vê na televisão, com os prédios antigos implodidos.

Além disso, o professor de economia Marc Chesney, da Universidade de Zurique, revela ter havido um jogo na bolsa de valores, um dia antes dos atentados, envolvendo as ações das companhias United Airlines e American Airlines, cujos aviões foram sequestrados, e que representaram milhões ou bilhões de dólares, coisa nunca investigada.

Parece também terem sido informados, a tempo, tanto o governo como a CIA, sobre a preparação dos atentados, por que, então, não foram inteceptados os terroristas antes de colocarem em prática o aprendido nas escolas de pilotagem ?

Resta a pergunta, no caso desses indícios provarem ter havido ajuda aos terroristas para completar seus atentados, sobre quem teria tomado essas iniciativas. Se o objetivo era provocar guerras, uma coisa ficou provada – a intervenção no Afganistão e a guerra contra o Iraque beneficiaram amplamente as indústrias de armamentos, porém tiveram efeito boomerangue.

Os EUA de hoje com crise econômica e dólares em baixa acabaram sendo também vítimas da guerra contra o Eixo do Mal, decretada por Bush, pelas enormes despesas representadas. Serão necessários ainda alguns anos para se saber com certeza se houve um complô paralelo no 11 de setembro de 2001, cujo objetivo era criar condições junto à população dos EUA para guerras contra os islamitas, transformados em representantes do Mal, e poder se apossar do petróleo do Iraque.

*Rui Martins - Berna é jornalista, escritor, ex-CBN e ex-Estadão, exilado durante a ditadura, é líder emigrante, ex-membro eleito no primeiro conselho de emigrantes junto ao Itamaraty. Criou os movimentos Brasileirinhos Apátridas e Estado dos Emigrantes, vive em Berna, na Suíça. Escreve para o Expresso, de Lisboa, Correio do Brasil e agência BrPress

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=163532&id_secao=9#.TmomvbYSgm8.twitter

[REPUBLICANDO] Pra quem ainda acredita na versão oficial sobre o "11 de Setembro"

do blog http://resistacontraosistema.blogspot.com
 
(OBS: Para os que não gostam de ler www.11desetembro.net , video explicando a farsa)

Hoje sabe-se que o então chanceler Hitler mandou incendiar o Parlamento (Reichstag) Alemão em 1933, atribuindo a culpa a "terroristas" comunistas, o que permitiu a Hitler assumir através do terror (e com apoio da população) poderes ditatoriais. Hermann Goering (o chefe de propaganda nazista) disse "Tudo o que se tem de fazer é dizer às pessoas que elas estão sendo atacadas, denunciar os pacifistas por falta de patriotismo, e expor o país ao perigo. Funciona em qualquer país".

Hoje tambem sabe-se que o ataque de Pearl-Harbor em 1941 contou com a conivência do governo dos EUA para que a investida japonesa fosse um sucesso. Secretamente deixaram os piores navios e tripulação no porto, com uma ou duas peças de valor para serem sacrificadas, pois precisavam de um motivo forte pra convencer a opinião pública a entrar na 2ª guerra mundial. A imagem de Pearl harbor foi explorada intensamente pela mídia norte-americana para incitar o ódio aos "covardes" japoneses.

Na época não se sabia dessas manobras dos governos para controlar o povo. Alguns desconfiavam, e denunciavam, mas eram minoria, facilmente silenciáveis através da máquina de opressão e propaganda.

Novamente a história se repete.

Graças a um espetacular atentado "terrorista", feito por estrangeiros, os norte-americanos abdicaram de todos os seus direitos constitucionais em favor do governo com o Patriot Act.

Os supostos "terroristas" embarcam em vôos saindo de Portland, Washington e Boston. O terrorista que ficou mais conhecido foi o piloto de um dos aviões, Mohammed Atta (o da foto maior), que embarcou no aeroporto de Portland, de onde foram feitos os vídeos. Aí começam as incongruências: os vídeos não servem pra identificar qualquer pessoa que seja, mas o FBI se apressou em dizer que eram Mohammed Atta e Abdulaziz Alomar. Mas Michael Tuohey, que trabalhava no guichê recebendo os tickets, lembra claramente que falou com dois homens árabes que usavam paletó e gravata, mas as câmeras (que ficavam 100 jardas depois do guichê) registraram os dois homens em trajes esporte! A câmera que faria a identificação definitiva, instalada no guichê, de acordo com o FBI estava quebrada há meses, só que o Sr. Michael Tuohey (que trabalhava embaixo da câmera) nunca soube disso até o agente dizer!

Segundo a ex-namorada de Mohammed Atta, ele era hedonista, cheirava cocaína e freqüentava boates de stripper. Um "disfarce" perfeito para um "religioso fundamentalista islâmico", pronto para se tornar um "instrumento de Allah contra os infiéis", não é?

Segundo o pai de Atta, ele nunca voou nem uma pipa, e se surpreendeu em saber que o filho havia tido aulas de pilotagem: "Minha filha, que é médica, dava a ele remédios antes de cada viagem, para combater os tremores e vômitos que ele sentia ao entrar em um avião".

E não é só isso: apareceram outras "evidências incriminatórias" para o Atta. Um Mitsubishi sedan que Atta teria alugado foi achado no aeroporto de Boston, com lições de vôo em árabe. Bela peça incriminatória, se não fosse o fato de que Atta estava pegando o vôo em Portland para ir a Boston. Por que Atta dirigiria até Boston, deixaria lá um carro contendo evidências incriminatórias de um plano secreto do maior e mais ambicioso atentado da história e voltaria pra Portland um dia antes de pegar um avião de volta pra Boston? E mais: na mala de Atta (que pegou outro vôo para fazer uma conexão em Las Vegas) foram "encontradas" instruções de como proceder no dia do atentado!!! Imagine a situação: fundamentalistas islâmicos tendo de beber, tomar drogas e viver como capitalistas por anos, pra cumprir uma missão suicida altamente secreta, e no dia da execução deixar um papel na MALA (coisa que se revista normalmente na alfândega) com instruções que não serão usadas mais pra nada (afinal, ele vai se matar, certo?).

Isso tudo só com Atta. Mas muitos outros árabes foram incriminados sem razão, e depois ficou descoberto que não eram terroristas (alguns até estão vivos, como Adnan Bukhari e Waleed Al-Shehri e mais sete pessoas) e que foram usadas identidades roubadas. O mais interessante que Atta e outros dois seqüestradores também tiveram seus passaportes roubados em 1999. Não é preciso ser muito gênio pra perceber que queriam incriminar certas pessoas de origem árabe, e particularmente o Mohammed Atta, porque foi através dele que Bin Laden foi incriminado! Não estou dizendo que Atta é inocente - Osama o chamou de Comandante-em-chefe, em um vídeo - mas foram armadas "evidências" para incriminá-lo.

A mentira mais doentia que o FBI inventou foi dizer que encontrou nos destroços do WTC o passaporte de Satam Al Suqami, supostamente um dos terroristas!!! Vocês já olharam a bola de fogo que o avião cheio de combustível fez? Nem se o passaporte fosse de amianto teria escapado! Toda a fuselagem do avião derreteu, as vigas de sustentação do edifício ficaram comprometidas, a maior peça de mobília encontrada nos destroços foi metade de um teclado, mas um simples passaporte sobreviveu de dentro do bolso de um dos terroristas!!! Pra um país que acredita até hoje na "bala mágica" que matou Kennedy, acho até que eles foram razoáveis... Como se não bastasse, eles usaram essa "técnica" novamente no vôo 93, que caiu na Pensilvânia... Acho que deviam fazer a caixa-preta dos aviões do mesmo tipo de papel usado nos passaportes.
 

"Repita uma mentira incontáveis vezes, e as pessoas irão tomá-la como verdade"
 
(Joseph Goebbels; Ministro da Propaganda do 3º Reich)

 
E mentiras eles tem muitas pra contar.

Conheça as Autoridades, Politicos, Cientistas e Engenheiros que Questionam a Versão Oficial sobre os Atentados de 11 de Setembro de 2001



http://resistacontraosistema.blogspot.com/2011/05/11-de-setembro-de-2001.html

Ataque aéreo aos EUA foi apenas 'ilusão', diz pesquisador americano

http://g1.globo.com/11-de-setembro/noticia/2011/09/ataque-aereo-aos-eua-foi-apenas-ilusao-diz-pesquisador-americano.html

07/09/2011 14h36 - Atualizado em 07/09/2011 14h36

Segundo James Fetzer, atentados foram encenação para enganar o povo.
Holograma e falsificação de vídeos teriam forjado imagens de aviões.

Daniel Buarque Do G1, em São Paulo
Segundo James Fetzer, ataques foram uma encenação para enganar o povo. (Foto: Steve Ludlum/The New York Times)Segundo James Fetzer, ataques foram encenados
para enganar o povo. (Foto: Steve Ludlum/The
New York Times)
As imagens mais icônicas da última década não passam de uma fraude. “Tudo foi uma grande encenação para enganar o povo americano”, defende James Fetzer. Fundador do grupo Scholars For 9/11 Truth, ele tem certeza de que os vídeos e fotos que mostram aviões penetrando as torres gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001 são forjadas.
Fetzer lidera um grupo que enxerga a digital do próprio governo americano no ataque que vitimou quase 3 mil pessoas. Para essas pessoas, nenhum avião foi sequestrado e nenhum avião se chocou contra prédios há dez anos nos EUA.
As cenas que paralisaram o mundo em 2001 teriam sido concebidas com tecnologias de falsificação de vídeo e hologramas de última geração, criando um atentado de mentira com o poder de fazer as pessoas acreditarem ter visto os choques dos aviões. "Isso nunca aconteceu", afirma Fetzer.

Teorias da conspiração sobre o 11 de Setembro existem às centenas e surgiram de forma quase simultânea aos atentados. A internet abriga milhares de páginas que recorrem até à física para tentar comprovar que o Pentágono (outro alvo do ataque terrorista há dez anos) jamais foi alvo de um avião, e que o voo 93 - cujo provável destino final era a Casa Branca - foi abatido por caças americanos, e não derrubado numa planície distante da residência oficial do presidente após um ato heroico dos passageiros.
Em entrevista que será exibida no domingo (11) pelo National Geographic Channel, o então mandatário americano, George W. Bush, reafirma que autorizou a derrubada do quarto avião envolvido na mais espetacular ação terrorista da história, mas que a aeronave perdeu o controle e se espatifou no solo sem que um tiro fosse disparado.

O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião"
James Fetzer, defensor de teoria da conspiração
Mentira elaborada
Mas nenhuma teoria conspiratória chega perto da tese defendida por Fetzer, que nega o que registros em vídeo e foto nos escancaram. “O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião”, disse. “Trata-se de uma mentira muito bem elaborada, que foi usada para convencer as pessoas de que aquilo tudo era real, quando está bem claro que até aquele vídeo foi falsificado de alguma forma.”
Segundo ele, o governo dos EUA coordenou explosões no subsolo dos torres gêmeas simultaneamente à ilusão de um avião se chocando com o prédio. "Seria muito difícil para um piloto, viajando a altas velocidades, acertar os prédios. Pilotos tentaram replicar o ataque em simuladores, e não conseguiram acertar as torres. Eles [o governo dos EUA] provavelmente não conseguiriam atingir os prédios com aviões reais, e tiveram que falsificar”, disse Fetzer.
Para ele, é difícil explicar exatamente como isso foi feito. “O governo pode ter usado até hologramas para parecer que o avião bateu lá. Há tecnologia muito sofisticada de holograma de que o público não tem consciência. É provavelmente como eles fizeram, usando hologramas, composições de vídeo ou algum tipo de imagem geradas por computador. De qualquer forma, o prédio estava cheio de explosivos e foi derrubado de cima para baixo”, argumenta.

Fetzer rejeita todas as explicações oficiais do relatório da Comissão oficial que investigou os atentados, e diz que ele faz parte do engodo. Por mais que centenas de pessoas tenham se envolvido no estudo do caso, ele diz que o relatório serviu apenas para reforçar o “mito” criado pelo governo.
“Os ataques foram falsos, tudo ensaiado. Foi uma operação psicológica para deixar o povo americano com medo e fazê-lo apoiar a política externa do governo, que queria iniciar guerras”, disse Fetzer. “O governo nunca conseguiu provar que os seqüestradores estavam a bordo dos aviões. As ligações que foram feitas dos aviões foram todas falsas. Nenhum dos envelopes com dados dos vôos, que precisam ser liberados antes de o avião partir, foram revelados. Cada avião tem milhões de partes identificáveis, mas o governo não conseguiu mostrar nenhuma. Os dados de registro dos quatro aviões continuaram válidos até 2002 e mesmo 2005, dando a entender que as aeronaves continuavam voando”, disse.

Conspiração e ciência
Fetzer é um nome conhecido entre os que estudam teorias da conspiração. Ele é referência para os que acreditam que tudo é uma encenação do governo e é um nome sem credibilidade para os adeptos das versões oficiais.
Apaixonado pelo tema, cita dados, nomes e testemunhas para dar maior força à sua tese, ignorando completamente qualquer argumento fundamentado que vá de encontro a ela.
Professor de filosofia da universidade de Minnesota, ele usa argumentos “lógicos” e “científicos” para negar a versão oficial e “comprovar” a sua. Antes de focar sua atenção no 11 de Setembro, Fetzer já havia empregado métodos de pesquisa e apresentado teorias de conspiração para explicar o assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy, ocorrido em 1963 - o acusado de crime e outras testemunhas-chave também foram mortos posteriomente em circunstâncias jamais explicadas.
Fetzer liga os pontos e detecta relação direta entre os dois acontecimentos tão marcantes na história da maior potência mundial. "O princípio básico é que um governo que está disposto a matar 3 mil cidadãos em explosões pode facilmente matar uns pouco mais para se livrar de testemunhas”, disse.

Homem moderno se relacionou com outras espécies de hominídeos, mais primitivas




O Homo sapiens pode ser mais evoluído do que outros hominídeos — mas nada que o impedisse a ter uma relação com eles.
No ano passado, descobriu-se que nossos ancestrais mantiveram relações com os neandertais na Eurásia.
Na segunda-feira, uma pesquisa da Universidade do Arizona abriu ainda mais o leque de relacionamentos do homem moderno. Eles estenderam-se a outras espécies do gênero Homo e começaram ainda na África, berço de todas elas.
O estudo, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, não esclarece quais espécies entenderam-se com o homem moderno. Mas, embora sua identidade ainda seja desconhecida, há um rastro delas até hoje em nossa DNA.
Um grupo de biólogos americanos, liderado por Michael Hammer, colheu amostras do material genético de diversas etnias africanas, como os pigmeus baka (Camarões), dogons (Mali), xhosas (África do Sul) e mbutis (República Democrática do Congo).
Cerca de 2% do DNA de algumas delas vinham de um ancestral com quem seus antepassados se reproduziram há 35 mil anos.
A espécie é ignorada — sabe-se apenas que seu ramo evolutivo se separou do nosso por volta de 700 mil anos atrás.
O estudo partiu de uma pergunta: se os Homo sapiens fazia sexo com os neandertais há 60 mil anos, herdando 4% de seu DNA, o mesmo não teria ocorrido na África? Afinal, o homem moderno teve companhia de sobra naquele continente por milhares de anos.
“O registro fóssil indica que havia uma grande variedade de hominídeos de transição, tanto com características modernas quanto arcaicas, em uma área que vai do Marrocos à África do Sul”, destaca, no artigo, a equipe de Hammer.
Responder à pergunta não foi fácil. Era preciso levar em conta as mutações causadas pela seleção natural e a dificuldade para recuperar o material genético de hominídeos extintos.
Hammer analisou sequências genéticas do DNA não-codificado das tribos africanas. Ali, encontrou polimorfismos em um cromossomo. A única explicação plausível, para a equipe, era que sua origem seria um hominídeo arcaico.
Além disso, enquanto os pigmeus tinham um percentual mais alto (3,6%) de uma das mutações; em outras eles eram superados, por exemplo, pelos mbutis (14,8%). E estes são exatamente os que viveram isolados mais tempo nas selvas do Congo.
“Essas informações sugerem que a África Central foi o lar de um hominídeo arcaico, que se reproduziu com os homens modernos que viviam ali”, concluíram os autores.
“Há 700 mil anos, vivia naquele continente o Homo erectus, que já tinha um cérebro grande; há 200 mil anos, já existiam indivíduos com uma morfologia moderna. E há restos de hominídeos com características primitivas de 35 mil anos atrás”.
O próximo passo, segundo os autores, é determinar a função desses fragmentos de DNA conservados até hoje pelos africanos.
No caso dos neandertais, já se sabe que eles deixaram genes que melhoraram nosso sistema imunológico.

Fonte: Extra Online

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Justiça de SP suspende lei que permite ‘fila-dupla’ nos hospitais públicos

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6256:social070911&catid=71:social&Itemid=180

Escrito por Rodrigo Oliveira Andrade   
Quarta, 07 de Setembro de 2011


O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concedeu, no último dia 30 de agosto, uma liminar que suspende os efeitos do Decreto Estadual nº 57.108/2011, que regulamenta a Lei Estadual nº 1.131/2010, a qual permite que hospitais públicos do Estado de São Paulo, administrados por Organizações Sociais de Saúde (OSS), destinem até 25% de seus leitos a pacientes particulares e de planos e seguros de saúde.

No início do mês de agosto, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) já havia dado entrada à ação civil pública, com pedido de liminar, contra a Lei Estadual. Na ação, os promotores Arthur Pinto Filho e Luiz Roberto Cicogna Faggioni pediram à Justiça que declaresse a inconstitucionalidade e ilegalidade da Lei paulista, bem como que impedisse que o governo estadual celebrasse contratos de gestão, alterações e aditamentos entre OSS e planos de saúde.

Desde então, diversos movimentos em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) passaram a manifestar seu descontentamento em relação à Lei, dentre os quais o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) que, em 23 de agosto, divulgou nota posicionando-se contráriamente à Lei Estadual nº 1.131/2010. À época, o CREMESP mostrou-se igualmente preocupado com a decisão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES/SP), de autorizar que hospitais celebrassem diretamente contratos com planos e seguros de saúde privados.

Também o Conselho Nacional de Saúde (CNS), por meio da Resolução nº 445, publicada no Diário Oficial da União em 29 de agosto, manifestou seu descontentamento com a Lei por considerá-la um retrocesso para a saúde no Brasil. De acordo com a Resolução, o CNS entende que Lei Estadual favorece a prática de “dupla porta” de entrada no Sistema Público de Saúde, já que seleciona beneficiários de planos e seguros de saúde privados para atendimento nos hospitais públicos geridos por Organizações Sociais de Saúde, de modo a “promover a institucionalização da atenção diferenciada com preferência na marcação e no agendamento de consultas, exames e internações e melhor conforto de hotelaria, como já acontece em alguns hospitais universitários no estado de São Paulo”.

No dia 30 de agosto, no entanto, o juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara da Fazenda Pública, acatou a representação do MPE alegando haver uma evidente afronta ao Estado de Direito e ao interesse público primário da coletividade. A Ordem Judicial prevê, ainda, a aplicação de multa diária de R$ 10 mil àqueles que descumprirem as obrigações descritas pela liminar. Agora, o governo do estado de São Paulo tem até 60 dias, a partir da data da liminar, para apresentar defesa.

Para os interessados, a íntegra da liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo, assinada pelo juiz Marcos de Lima Porta, pode ser lida aqui. Já a Resolução do Conselho Nacional de Saúde, publicada no Diário Oficial da União, pode ser vista aqui.


Rodrigo de Oliveira Andrade é jornalista.
Última atualização em Qui, 08 de Setembro de 2011

O poder político das empresas de ônibus

http://bsb-in-transitu.blogspot.com/2009/08/o-poder-dos-emnpresarios-de-onibus.html

Por Andre Araujo

Os transportes coletivos urbanos no Brasil poderiam ser um ramo moderno, eficiente e lucrativo, administrado racionalmente por empresas de capital aberto, como as estradas paulistas. O setor é dos mais atrativos porque tem uma receita previsivel, à vista. Porque isso não acontece? Porque há uma parceria corrupta entre empresas mafiosas e o poder publico municipal de todo o Pais, aonde as concessionarias são as maiores financiadoras da politica municipal. Para operar dessa forma, os concessionários são empresas com contabilidade suspeita, alaranjadas, costumam não pagar impostos e previdencia, são campeões de infrações trabalhistas, os donos são empresários-bacalhau, individuos espertissimos, semi-analfabetos, ousados, o que faz do setor nacionalmente um ramo fronteiriço, faz mais parte da economia informal do que da formal.
O setor é dominado por cinco grandes grupos e uma dezena de grupos intermediarios. Um mesmo grupo tem concessões de Belem ao ABC, as práticas são iguais, a chave do negócio é a associação com a banda podre da politica municipal, que se beneficia do esquema e é porisso que não interessa mudar nada, o caos é lucrativo.
Grandes empresas bem estruturadas, sérias e modernas nem sonham em entrar nesse ramo que teria tudo para ser interessante para grupos que investem em concessões.; Porque? Porque é preciso operar no esquema da politica municipal e os grupos empresariais mais eficientes do Pais não querem entrar nesse lamaçal.
Enquanto isso, o cidadão passageiro é pèssimamente servido, não há realmente competição, o setor inteiro é um grande cartel, as linhas são acertadas em mesas de restaurantes entre bacalhoadas e vinhos verdes, não há nenhum interesse em melhorar. A mão de obra não é incentivada a evoluir, é explorada ao máximo, as pessoas juridicas no negocio são meras fachadas, os grupos ficaram tão poderosos que tambem tem as revendas que abastecem as frotas, a chave de tudo é a barganha com o poder municipal. É uma cosa nostra nacional e o Brasil das cidades grandes e médias paga um pesado preço por esse arreglo politico-empresarial, que vem de longe.
Em tempo, o transporte coletivo nas grandes cidades do mundo em geral é,estatal, como em Nova York , Paris e Londres.
Como resolver, se o Governo quiser? Montar um sistema nacional de regulação desse setor, com há no transporte interurbano de passageiros. Poderia ser no Ministério das Cidades. Montar um sistema nacional de autorização e licitação para as empresas concessionarias, exigindo capital minimo, direção profissional, identificação do controle, padrões de onibus e carrocerias. A habilitação nacional de empresas vedará o esquema de “alaranjamento”, que vai deixando pelo caminho mega dividas com a Previdencia, com os empregados e com o fisco.
Limitar a presença de grupos a um numero máximo de cidades.
Exigir a presença dos controladores nas diretorias e folha corrida desses diretores, vetando a presença de laranjas.
Não precisa diagnostico, todo mundo sabe o raio X do setor, basta a vontade politica de reforma-lo.
Um bom sistema de transportes coletivos é fundamental para a melhoria do transito e da qualidade de vida nas grandes e médias cidades brasileiras, aonde vive 80% da população do Pais.